domingo, 2 de agosto de 2009

Poemas do Desafio Dna Helena

Porque este blog é tanto nosso como vosso, vou deixar aqui os excelentes poemas que três fãs enviaram para o programa:

Portugueses...
Chegou a hora da revolução
Chegou a hora do balde da esfregona e do esfregão
Chegou a hora de "lavar" a sujidade que tresanda no Parlamento
sujidade que tresanda mais que o cócó de um jumento.

Para isso Portugueses e portuguesas
Escolhamos para nos representar, alguém
que limpe de uma vez todas estas tristezas
alguem que não tenha medo de limpar a trampa
que os politicos mentindo dizem que é boa e encanta.

Por isso escolhamos para nos representar
uma mulher de armas e alguidar
a nossa padeira de Aljubarrota
a lider da revolução
esta mulher valente que vai sacudir os bandidos
para que nos devolvam cada cifrão.

Assim sem medo e numa só voz
elejamos bem alto quem fale por mim por ti por nós
para que a vitória seja grande e nunca pequena
D.HELENA, D.HELENA, D.HELENA.

Bonequinho da Bic



A Dona Helena

Quando entra em cena
Aquece o coração
Ao gritar com inspiração
" Sai dai Cabrão!"

Desde de que apareceu
Ela dominou Portugal
Pois sabemos que correrá à garrafada
Todos aqueles que se portarem mal

Dona Helena para presidente
Todos querem assim
No dia das eleições
Nela, votaremos SIM.

LETÍCIA



Ode à dona Helena.

Se alma e coragem não nos falta.
Um dos fãs com força se exalta
Numa expectativa de criatividade,
Se vai relatar com veemência,
Uma grande personalidade.

De estatura pequena,
Anónima anos a fio,
A dona helena,
Para Portugal sorriu.
Com uma genuinidade extrema,

Uma voz se ouviu
armada com uma garrafa de plástico,
O seu braço caiu.
Com um cantar bombástico se ouviu:
O slogan que nos atraiu.

Como todas as personagens marcantes,
Esta nasceu por acaso.
Faz as suas falas e actos,
Age e fala.
Mas ao contrário do Carlos de Eça,
ou do Baltazar de Saramago.
Dona Helena vive.

Vive no nosso mundo
E diz-nos que tudo é possível,
Com uma condição:
Sejam genuínos!

A energia da Mena,
A calma de Alvim,
A seriedade de Nilton,
A irreverência de Pedro,
A alegria de Boinas,

E por fim a ligação:
A familiaridade de Dona Helena.

Quem de entre nós não conhece uma Dona Helena?
Seremos tão cínicos para nega-lo?
Eu conheço!
Por isso Façamos desta Senhora Com S capital,
O ícone de quem é verdadeiro.

Sei que não sou poeta,
Muito menos tenho jeito,
Arranjei ideias que me seguiam,
Forte no meu peito.
E como elas surgiam.
Assim me deleito,
Com a dedicatória,
A essa alma terrena,
Que pertence,
À nossa querida.
Dona helena.

Tony Santos


(um agradecimento especial em nome de todos a Luís Filipe Borges por, sempre que pode, virar as luzes dos holofotes para os fãs)

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