Na semana em que o Borges faz anos, o próprio haurirá os seus homólogos reconhecidos em Portugal …
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Cláudia Borges [apresentadora e modelo portuguesa]
Cláudia Borges, nascida a 9 de Fevereiro de 1983 torna-se reconhecida quando em 2001, aos 18 anos vence o concurso de Miss Mundo – Portugal. O prestígio recebido pela vitória abriu-lhe horizontes, primeiro ao ser contratada como modelo pela Face Models e logo depois com a presença em vários anúncios publicitários.
Em 2002, vence um casting na SIC e torna-se apresentadora do programa Disney Kids e no ano seguinte passa a apresentar “Êxtase”.
Luís Borges é já o modelo português mais trabalhos internacionais de sempre numa só estação. A 37ª posição no Ranking dos “50 Melhores Modelos Masculinos” assim o comprova. Para além de já ter desfilado para as marcas Yves Saint Laurent, Hermés, Dior Homme, Kris van Asche, Paul Smith, Etro, Neil Barret, Costume National, Y-3, Custo Barcelona e DKNY, Luís Borges desfilou para a Tommy Hilfiger, United Colors of Benetton e Paul Smith na campanha Outono/Inverno.
Na sexta passada, quando o programa estava quase a acabar e o Boinas disse o que é que ia acontecer na segunda, e onde também falou do verbo, entoou-se pela minha pequena sala um ‘mas que porra de verbo é esse?!’, eu assim como muitos de vocês provavelmente nunca tinha ouvido falar em haurir. Como tal a minha pesquisa no Priberam iniciou-se passado meros minutos. Pois bem, depois de 3 tentativas para escrever o raio do verbo na caixa de pesquisa, porque não acertava nas letras, continuava sem perceber a sua verdadeira essência. Já para não falar do que um reles ‘h’ pode fazer, como leitores atentos que são, devem ter reparado que esta semama excepcionalmente tivemos duas crónicas aqui no blog. Chega de paleio, esta semana anda tudo inspirado para escrever introduções ou quê?! Vamos ao que interessa.
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Mário Crespo [o mítico e polémico jornalista da SIC Notícias]
Mário Crespo nascido em Coimbra, em Abril, de 1947, é actualmente o pivô do Jornal das 9, moderador do programa de debates Plano Inclinado e apresentador de 60 Minutos, todos eles transmitidos na SIC Notícias. Notabilizou-se como correspondente da Rádio Televisão Portuguesa (RTP) em Washington, D.C. e Nova Iorque, entre 1991 e 1998. Até à data, foi o único jornalista português acreditado na Casa Branca, durante os mandatos de George H. W. Bush (1989 a 1993) e Bill Clinton (1993 a 2001).
Eu, ao contrário do meu irmão gémeo, não tenho jeito para pré-textos, e até agradeço que não leiam, sequer, o que escrevo antes da bela da biografia diária. Hoje fui haurir, vulgo sorver cultura à terra onde nasceu Portugal, e depois de ouvir um senhor esquisito num museu de arqueologia, e ter ficado sem água umas horas antes de partir para o meu querido Porto, desconfio que o meu cérebro ficou com danos irreparáveis, por isso, pensem duas vezes antes de ler o que se segue.
[a título de curiosidade: eu fui à cidade do nosso escritor das sextas, e o nosso escritor das quintas veio à minha cidade, não é giro? ok, talvez não seja...]
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Otelo Saraiva de Carvalho
[estratega do nosso 25 de Abril]
Nascido em Lourenço Marques,a 31 de Agosto de 1936, foi um dos principais dinimizadores do movimento que deu origem ao Movimento dos Capitães e ao MFA. Era o responsável pelo sector operacional da Comissão Coordenadora do MFA (Movimento das Forças Armadas) e foi ele quem dirigiu as operações do No ano de 1980 cria o partido Força de Unidade Popular (FUP) e volta a concorrer às eleições presidenciais de 1980 e na década de 1980 passou a liderar a organização terrorista FP-25.
Em 1985, tendo sido julgado e condenado em tribunal, foi preso pelo seu papel na liderança das FP-25 de Abril, responsáveis pelo assassinato de 17 pessoas nos anos 80, tendo sido libertado cinco anos mais tarde, após ter apresentado recurso da sentença condenatória, ficando a aguardar julgamento em liberdade provisória.
Em 1996 a Assembleia da República aprovou o indulto, seguido de uma amnistia para os presos do Caso FP-25.
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Vera Agostinho
[a empregada de mesa escritora]
Pouco averiguamos acerca desta segunda convidada. Sabemos apenas que se chama Vera Agostinho, é empregada de mesa e autora do livro “Pssht… Ó Menina!”.
Teremos ainda as magníficas rubricas Alvinianas, como “É Como Diz o Outro", "Aleixo" e “Projectos Diferidos”.
Epá, isto de apresentar convidados é difícil e eu começo a haurir as ideias para meter neste pré-texto foleiro que aposto que ninguém lê... (façam-me feliz, se lerem este pré-texto parvo então comentem a dizer, pode ser? Sentir-me-ia muito feliz). Reparem como eu consigo arranjar sempre maneira de usar o verbo da semana, há sempre desculpa.. Enfim, isto às segundas torna-se complicado, sabem como é, isto com fim-de-semana (ou fim de semana, como dita o novo acordo ortográfico) de noitadas custa sempre chegar à segunda com as ideias em ordem... Sabem o que digo? Viva às férias!! Ah, e viva ao 5 que acabou de nos deliciar com um novo fantástico verbo, e ainda viva ao Sempre a Somar (yeey, falar da concorrência) que ainda ontem nos premiou com uma fantástica palavra, a saber: BAIA! É, baia é palavra e significa Tabique ou trave que nas cavalarias separa os cavalos. Enfim, e isto já tá a tornar-se demasiado grande para quem tinha haurido as ideias...
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Miguel Guilherme
[Aquele actor que participou no Conta-me Como Foi]
O convidado da Filomena hoje é o actor e encenador Miguel Guilherme que nasceu em Lisboa, no dia 15 de Novembro de 1958. Dedicou-se à actividade teatral depois de abandonar o Curso de Antropologia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Estrou-se como encenador na peça Perversões de David Mamet, ao lado de José Pedro Gomes. No ramo televisivo participou em vários telefilmes, trabalhou com Herman José e integrou ainda o elenco de séries como Conta-me como Foi (RTP), Bocage (RTP) ou Fura Vidas (SIC). No grande ecrã destaca-se Filha da Mãe (1990), A Divina Comédia (1991), Vale Abraão (1993), A Caixa (1994) ou ainda Palavra e Utopia (2000). Actualmente co-apresenta com Nuno Artur Silva o programa História Devida na Antena 1.
Sim, meus caros e assíduos leitores e amigos que vêm para aqui perder tempo de vida a ler isto, um blog de 6 pessoas não consegue no seu perfeito juízo entender, mas a verdade é que há palavras gayfónicas, isto é, homo+fonas. Assim sendo, aqui vai a crónica do verdadeiro verbo da semana, ainda que seja a outra que tem as fotografias das meninas jeitosas que responderam ao desafio. E pronto. Beijinhos e Abraços de todos.
Então não é que fomos todos enganados por uma palavra gayfónica? Epá… Eu a pensar que eles andavam na pura da loucura e no fim de contas espetam no início do verbo uma letra que nem se lê! Raio de um Hzinho… Chiça! Oublá, e agora, o que é que faço? Ah, pois, se calhar faço uma crónica nova.
HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHaurir. Bem, chupar é sinónimo de Haurir. Assim sendo, a piada está feita. Há por aí muito chupista. Nota: o Word acabou de reconhecer a palavra Chupista, o que será que diz? Parasita, Interesseiro e mais umas quantas. Mas estas chegam para aqui o je tentar fazer a festa.
Vê-se mesmo que costumo escrever no PC… até o Word já sabe quando vou falar mal das pessoas.
A chucha, nos seus primórdios, era um objecto reconhecido pela associação a crianças, seres humanos pequeninos e com idades compreendidas entre os 0 e os 4 anos. Desde então, muito mudou. Se até é possível uma crónica ficar lixada por causa de uma palavra gayfónica, claro que é possível que pessoas com idade para ter filhos ainda usem chucha. E não estou a falar de crianças com idades começadas em 1_ a ter filhos. Estou a falar daquelas pessoas que andam aí a chuchar nos impostos e nas carteiras dos outros, se é que me faço entender.
Bem, Haurir também quer dizer Esgotar… Por aí andam muitos a esgotar a paciência a outros, principalmente por batalhas perdidas. Desta vez não vou falar da forma como o programa é utilizado para segundos de fama porque isso esgota a paciência a todas as pessoas que ainda lutam pela conversa saudável e moderada. Sim, é possível controlar aquelas feras. E tenho dito.
Nota final: o Word reconhece a palavra chupista mas não reconhece o verbo da semana.
Alô Alô! Pois bem, recebemos mil e quinhentas fotografias do desafio do protector solar! Aqui vão elas:
Oooops, afinal sou eu a alucinar, só a Susana e a Sofia é que mandaram :D A verdade é que um passeio no Douro deve ser tão secante que depois se metem a fazer coisas giras… Aqui vão os resultados fotográficos mai lindos que este blog já viu:
(Susana)
(Sofia)
Pois bem, a alucinação é basicamente a percepção na ausência de estímulo! (ai que lindo, mais uma vez, a wikipédia ao serviço da população) Temos vários tipos de alucinação: A das pessoas estúpidas, a das pessoas bêbedas e a das pessoas estúpidas e bêbedas, o verdadeiro 2 em 1 da Besteira.
O cérebro humano, consideremos o humano, eu sei muito pouco dele e também não adianta saber muito mais para estar a falar mal das pessoas. As pessoas, à partida, têm todas uma capacidade mental regularmente distribuída pela média, e será de esperar que sejam pessoas decentes e tudo mais. Pois bem, estudos twitter e facebookianos revelam que a estupidez pode ser mais que muita. Refiro-me apenas à estupidez porque a bebedeira se cura com uma noite de abstinência e a estupidez só com um tiro na mioleira, e bem dado.
O ser humano, na sua essência tem um ligeiro espírito crítico, e usa-o tanto para o bem como para o mal. Vejamos exemplos para cada situação:
B) A argumentação é uma arte que se aprende. Intimamente associada ao espírito crítico e filosófico desse mundo pensante, a fundamentação de opiniões baseia-se sempre, de forma correcta, em factos. É nos factos que nos baseamos e neles que encontramos a prova da teoria, que não passa de uma opinião. Portanto, teoria = opinião, prova = facto. Venham cá falar mal de quem quiserem, mas fundamentem-se. Alimentem o espírito crítico que vos assombra o Tico e o Teco porque só pensam em Farmville e Bolinha em coisas que não o 5PMN. Façam por pensar. Nem toda a gente se esmera para tirar tempo ao sono e ficar a pensar, a escrever, a conversar. Acredito que quem vem aqui ler o que escrevo seja pessoal que tem overdose de espírito crítico, que os outros ainda perguntam O que é um blog? Ou Como é que eu faço para a minha frase aparecer no ecrã? Desculpem-me a sinceridade mas estou-me a borrifar para a vossa fotografia desfocada. Gosto mais da fotografia da CDC ou do Zé Naifa (para não dizerem que falo só do pessoal do blog, refiro-me ao Zé porque ele só tem conta no Blogger para nos seguir e pouco mais) e por isso não me preocupo com mariquices de frases COM ERROS que passam em rodapé. Mais uma vez, sou um ser pensante e sempre gostei da ideia de meterem coisas a passar em rodapé. Vem dar mais valor ao programa. É giro e mais ninguém faz!
M) Basicamente tudo o que eu acabei de escrever mas a falar mal da vizinha da esquina. Ou da Clotilde que acertou porque esteve um calor desgraçado na terça-feira passada. Raio dos joanetes da mulher!
É bom estar a escrever crónicas às 3 da manhã, basicamente estou a tentar fazer uma experiência comigo mesmo para conseguir passar pelo estado alucinatório que reinará a casa do 5 durante a semana que vem. Estou a esforçar-me. E já estou com os olhos a arder e a falar com a Inês… ou melhor estava a falar… provavelmente adormeceu (a rapariga tem juízo!). E eu continuo por aqui a tentar escrever alguma coisa de jeito, para ver se o pessoal gosta e comenta!
Já estou a delirar, é o que é… Daqui a nada vejo o Pai Natal com umas orelhinhas de coelho da Páscoa e uma folha das páginas amarelas com meia dúzia de castanhas, sendo que duas estão podres.
Pois bem, o verbo da semana é aurir, que é como quem diz, alucinar. Eu como não sabia bem o que dizer escrevi o que vos acabou de não maravilhar!