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sábado, 7 de maio de 2011

Frase do dia by...

PAULO PORTAS


«O governo chegou a um ponto em que, mesmo que esteja trovoada, são capazes de dar uma conferencia de imprensa a dizer que está sol.»

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Convidado #especial líderes políticos# - Paulo Portas (CDS-PP)

E para acabar esta semana especial, temos o nosso Boininhas, como diria Filomena Cautela. Depois das animadissimas tertúlias a que assistimos ao longo de toda a semana, veremos como terminará esta sexta feira, na presença de dois licenciados em Direito.



Paulo de Sacadura Cabral Portas, nascido a 12 de Setembro de 1962 é um jurista, jornalista e político português. Estudou no Colégio de São João de Brito e licenciou-se em Direito, pela Universidade Católica Portuguesa.
Iniciou a sua vida política na Juventude Social Democrata, em 1975Em 1979 aderiu também ao Partido Social Democrata, abandonando as duas estruturas em 1982.
Juntamente com Miguel Esteves Cardoso fundou O Independente, um jornal que pretendia revolucionar a imprensa portuguesa, contrapondo os jornais esquerdistas de então. Através d' O Independente protagonizou violentas críticas e denúncias contra os governos de Aníbal Cavaco Silva.
Em 1995 abandona a direcção d' O Independente, iniciando uma carreira política. Foi eleito deputado à Assembleia da República, nas listas do Centro Democrático Social, pelo Círculo de Aveiro. Juntamente com Manuel Monteiro, protagonizou a revisão da orientação política do partido, que adoptara a designação de CDS-PP - Partido Popular.
Incompatibilizado com Manuel Monteiro, disputou a liderança do CDS-PP à sua sucessora designada, Maria José Nogueira Pinto, que derrotou. Foi deputado à Assembleia Municipal de Oliveira de Azeméis (1997-2001), presidiu ao Grupo Parlamentar do CDS-PP (1999-2001), foi deputado ao Parlamento Europeu (1999) e candidato a presidente da Câmara Municipal de Lisboa (2001), eleito vereador.
Entre 2002 e 2005 foi co-responsável pela coligação governativa entre o PSD e o CDS-PP, vindo a exercer funções como Ministro de Estado e da Defesa Nacional (2002-2004) e Ministro de Estado, da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar (2004-2005), nos respectivos XV e XVI Governos Constitucionais. Nas eleições legislativas de 2005, não conseguindo o objectivo de obter 10% dos votos e evitar a maioria absoluta do Partido Socialista, pediu a demissão, sucedendo-lhe alguns meses mais tarde José Ribeiro e Castro.
No entanto, em 2007, voltaria com uma candidatura à Comissão Política Nacional, que o trouxe de volta à liderança do CDS-PP. Obteve cerca de 75% dos votos sobre Ribeiro e Castro.
Paulo Portas é filho de Nuno Portas, arquitecto, e de Helena de Sacadura Cabral, economista e jornalista, é irmão do também político de Miguel Portas.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Frase do dia by...

FRANCISCO LOUÇÃ


«Nós temos gente com vontade de chefiar, não temos é gente para dirigir o país.»

terça-feira, 3 de maio de 2011

Convidado #especial líderes políticos# - Francisco Louçã (BE)

Os nossos meninos (e menina) voltaram e trocaram-nos as voltas todas! Já estava toda a gente a contar com uma girafa no cenário, quando descobrimos que o anfitrião de hoje é o Pacheco. Bem, desde que volatilizem em condições...

Francisco Louça, economista português, nascido a 12 de Novembro de 1956, possui, desde sempre, ideais antifascistas, por influencias familiares. Nascido num seio culto, converteu-se num dos melhores alunos do país, arrecadando o prémio Sagres em tenra idade, sucedendo-lhe o prémio Banco de Portugal por ter sido o melhor aluno do curso de Economia e ainda o prémio JNICT pelo seu aproveitamento formidável no mestrado. Concluiu o seu doutoramento em 1996.
Recebeu em 1999 o prémio da History of Economics Association para o melhor artigo publicado em revista científica internacional. É membro da American Association of Economists e de outras associações internacionais, tendo tido posições de direcção em algumas; membro do conselho editorial de revistas científicas em Inglaterra, Brasil e Portugal; “referee” para algumas das principais revistas científicas internacionais (American Economic Review, Economic Journal, Journal of Economic Literature, Cambridge Journal of Economics, Metroeconomica, History of Political Economy, Journal of Evolutionary Economics, etc.). Foi professor visitante na Universidade de Utrecht e apresentou conferências nos EUA, Inglaterra, França, Itália, Grécia, Brasil, Venezuela, Noruega, Alemanha, Suíça, Polónia, Holanda, Dinamarca, Espanha.
Publicou artigos em revistas internacionais de referência em economia e física teórica e é um dos economistas portugueses com mais livros e artigos publicados (traduções em inglês, francês, alemão, italiano, russo, turco, espanhol, japonês).
Participou na luta contra a ditadura e a guerra no movimento estudantil dos anos setenta, foi preso na Capela do Rato (Dezembro de 1972); libertado de Caxias sob caução. Adere à LCI, seção portuguesa da Quarta Internacional, em 1973 (transformada em PSR em 1979) e faz parte da sua estrutura da direcção quando do 25 de Abril de 1974, participando na luta política desde então.
Fundador do Bloco de Esquerda em 1999 e membro da sua direcção desde essa data. Eleito deputado por Lisboa em 1999, reeleito em 2002 e em 2005. No Parlamento, pertence às comissões da área de economia e finanças e, durante uma legislatura, pertenceu igualmente à comissão de liberdades, direitos e garantias.
Foi um dos intervenientes na preparação da reforma fiscal parcial de 2000, de que algumas medidas emblemáticas foram logo revogadas pelo governo Guterres e depois pelos governos das direitas. Fez parte de várias comissões de inquérito e dirigiu a bancada do Bloco de Esquerda no parlamento durante alguns anos.
Apresentou e defendeu inúmeros projectos de lei da sua bancada, alguns dos quais foram aprovados nestas três legislaturas: criminalização da violência doméstica, acesso livre à contracepção de emergência, descriminalização do consumo de drogas e nova política para a toxicodependência, legalização das medicinas alternativas, lei sobre a informação genética e pessoal de saúde, redução dos prazos do trabalho a prazo, novas políticas fiscais e outras. Defendeu projectos que foram recusados, nomeadamente sobre a criação de um imposto sobre as grandes fortunas, sobre as regras para o levantamento do segredo bancário para efeitos de combate à fraude fiscal, generalização da banda larga, separação entre drogas leves e duras, administração médica de canabinóides em doentes terminais e crónicos e outros.

E fico-me por aqui, apesar de já me ter estendido mais do que o suficiente. É de extrema importância saber a história dos homens que tem nas mãos o nosso futuro, por isso, nos dias que se seguem, contem com as biografias destes enormes líderes políticos, que nos vão acompanhar num clima mais descontraído do que aquele a que nos habituamos.

Frase do dia by...

JERÓNIMO DE SOUSA


«O bem que me sabe, e o bem que me soube, aceitar este convite e estar aqui descontraído, a conversar desta maneira.»