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domingo, 28 de agosto de 2011

Conversas de Frigorífico, a antiga Crónica da Semana

Ora viva!

Só para não terem de ir ler o que escrevi da última vez, vem o bom do copy+paste…
Esta semana fui ao dentista e em qualquer sala de espera se tem coisas para contar… A frustração de uma senhora que se entreteve a assumir o papel de comentadora de To-da-A-San-ta-Pa-la-vra do raio da revista e consequente vontade minha de lhe enfiar uma rolha pela guela abaixo…
Mas nada disto adianta contar muito porque vocês é que decidem como é que as Conversas de Frigorífico continuam!

As votações decorreram e em 33 votos, 27 foram favoráveis ao tricotanço e aos meus pensamentos malévolos. Basicamente 6 pessoas preferem ver-me calado, azar azarinho!

Andei aqui eu desaparecido e vocês nada, né? Ricos amigos, não se queixam sequer! Pois bem, andámos nós em aventuras da breca e a banhar-nos nesses belos dias de verão que se notam perfeitamente que aqueceram demasiado a cabeça ao S. Pedro e portanto agora, chuvinha, ai tão bom!

Voltando às folionas Conversas...
RAIO DA VELHA! Leu umas três notícias em meia hora, e acho que só virou a página uma vez! Não me lembro qual era a revista, e mesmo lembrando-me da capa, nada adianta… parece que todas têm gente na praia e o logótipo é uma macha vermelha para quem não está para se esforçar em perceber qual a editora que ganha a vida com a cusquice alheia… Agora que não estavam à espera que aquilo fosse material de filosofia, quase aposto que não.

Continuou, raio da velha que continuou e a sério! Lá pelo meio deve ter pensado “Aquele rabo está cheio de celulite” e depois virou-se para o marido e, mal vendo a ponta do sofá tal era a dimensão astronómica da zona hipogástrica, apercebeu-se que também ela pode viver uma vida miseravelmente desinteressante…

Canerbos direi eu, agora que vos conto… Na altura apeteceu-me fazê-la mascarar-se de papelão e comer a fofoquice toda aos bocadinhos, mas como também eu sou um pouco Maria Cusca, só posso falar metade mal… portanto só metade da revista, mas com agrafos!

Nos entretantos, outros dotados de ar na tola falam da forma mais económica de ir para Bruxelas… Ouvi TGVs e abiões para Nice e outras cidades mais a sul ou mais a norte do raio que o parta… 33 leitores das minhas baboseiras, estavam à espera que a senhora comentasse? Pois, também eu, mas deve ter-lhe dado a dor de dentes e estava a guardar-se para mais tarde…

Sempre com um estrabismo justificado pela necessidade de se armar em câmara de vigilância e atentamente observar todas acções da população envolvente, Sra. Cusca vai alternando entre a revista e as outras três pessoas da sala de espera.

Senhor Alberto, pode entrar. Disse a recepcionista. Miguel pede a todos os santinhos de todas as religiões para que seja o senhor Alberto seja o balofo. Pois bem, obviamente que não era… aliás, ainda engonharam mais um bocado por lá, e não eram muito bem-aventurados… mandaram-nos ir passear uns minutos depois. Literalmente.

E agora o momento da votação! Espera-se uma agitação tremenda da parte do público para pensar o que se passará a seguir… Checkem lá a barrinha da dirêta!

Bem, boas festas e bons últimos mergulhos de Agosto!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Conversas de Frigorífico, a antiga Crónica da Semana

Aviso: Tudo o que para aqui vem escrito é o mais puro fruto da imaginação de um ser diplonte e alucinogéneos. Se acreditarem é porque são parvos. Ou porque eu disse que isto era verdade. Ou porque andaram a injectar coisas. Ou então eu parava com frases começadas por “Ou” e dedicava-me a fazer-vos perder tempo com isto.

Sempre me disseram que não se deve falar com estranhos. Como tal, fui treinado para rejeitar dar conversa a quem não conhecesse. Fugir não… o rabo pesava, mas acelerar o passo e fingir que não estou a ouvir. Pois bem, os frigoríficos não são bem pessoas, portanto estava moralmente autorizado a conversar com eles, se um dia um me aparecesse à frente.

Como pessoas normais que vocês são, já viram a imagem aqui em baixo das Conversas dos Grandes Electrodomésticos, portanto, sem mais demoras:
Bru Tal. Quinta-série! Parece que foi ontem que começou o programa e ontem à hora de almoço que eu comecei a escrever cá no estaminé! Ainda por cima mudámos de casa: dois dos quartos tem novas inquilinas e o senhor conhecido pelos seus pastéis decidiu mudar de quarto… cá para mim é uma desculpa para a Loira apanhar Gripe A e ficar uma semana de baixa; assim ele apresenta dois programas e é um gajo feliz. Desculpe lá senhor Luís, eu sei que não se diz gajo, é senhor gajo.

Bem, voltando à casa que isto tem de ficar bem feitinho para se aguentar a série inteira… Vamos lá ver, a Patroa vai arranjar um papel de parede novo: nova série merece cara lavada e a cor-de-burro quando foge é o tema perfeito!

Então começamos a espevitar, é?

Parece que o frigorífico [aceitam-se sugestões para o nome – paraladas5@hotmail.com até final de Agosto] conhece gente espevitada, estão sempre a atacá-lo, queixa-se. Há quem lhe chame hiperactividade, mas esses são simplesmente estúpidos que gostam de arranjar nome para tudo. E o que lhe fazem esses espevitados? Basicamente não há exércitos de doces nem batalhões de caixas de gelados que equilibm a guerra entre um frigorífico recheado e as papilas gustativas dos atacantes!

Mas não me interessa o que o frigorífico quer, não estou para psicologias com uma estante que se funcionasse estaria a 2ºC, não a 25ºC.

E voltar ao que interessa: O que é que te espevita, ser humano? Sim, esta é uma pergunta que tanto faz sentido numa reportagem da Visão como nas páginas mais escaldantes da Maria. Agora pergunto-me eu: no que me fui meter? Puxo a conversa para as revistas A5 que me habituei a ver expostas na fila da caixa do Continente do CascaiShopping e agora não me sei safar disto…

Esta semana fui ao dentista e em qualquer sala de espera se tem coisas para contar… A frustração de uma senhora que se entreteve a assumir o papel de comentadora de To-da-A-San-ta-Pa-la-vra do raio da revista e consequente vontade minha de lhe enfiar uma rolha pela guela abaixo…

Mas nada disto adianta contar muito porque vocês é que decidem como é que as Conversas de Frigorífico continuam! [vejam aqui na bonita coluna da direita a votação]

Até daqui a uma semaninha e meia que o tempo que vou estar a apanhar sol será exponencialmente superior ao tempo que dedicarei a vir ao blog. Pensem assim: são só uns dias, a Inês continua a dar-vos mimo!




P.S.:
Miguel: E pronto, para não estar aqui com rodeios porque ele tem o programa para ir apresentar e é no dia de anos dele... 
Bom-senso: COF COF
Miguel: Ah pois não... mudou de dia só para poder ir para a galhofa no dia de anos! Olhe, sôr Luís, este *olho* é primo deste *outro olho*


Quero desejar-te as maiores felicidades e para o ano podes voltar a fazer o programa às sextas, que os teus anos calham no fim-de-semana!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Saracotear - Crónica da Semana

Epá, ó pessoa, vê lá se eu estou bem… Ficou melhor cozido ou assado? Frito… pois, também acho… Estou com a música do Sa-sa-saricando na cabeça, e devia ser a do Sa-sa-saracoteando.
De quem é a culpa? Como bom portuguez que sou a culpa não é minha! Já tinham reparado que do Tuga nunca é a culpa? Então quando os jogos de futebol são no Estádio Da, ainda melhor! Sobre Futebol descansem, caros leitores, que mais não me pronunciarei durante esta divagação ao som das luzes e da ventoinha do pc. Ah, e do tlimlimlim do Messenger que estou a falar com a Patroa! Era ela a dizer que o nosso espantástico blog tem um contador que tem gráficos. Portanto, estamos ligados ao FBI e conseguimos sacar-vos os IPs todos e ver o que é que vêm cá fazer!
Como prometido ao proclamado 3º leitor assíduo do blog (ou coisa que o valha) José Luís Naifa – provavelmente o ser humano com menos que fazer na vida a seguir ao “Senhor Engenheiro Demissionário”, visto passar cá a vida E NÓS AGRADECEMOS! – esta crónica não se focará nos movimentos pélvicos acentuados que qualquer um de nós executaria na arte do saracoteio, apesar do bambolear agradar de uma forma estrondosa todo e qualquer membro deste blog, ou então não, mas eu gosto da palavra bambolear… uma pessoa sente-se a abanar-se toda só de a ler!
Um ligeiro aparte para recordar velhos tempos de D. Helena e o Garrafão… A Patroa andou a ver como é que as pessoas vêm parar ao blog e descobriu que se escrevem coisas como “frases para cabrões” e o estaminé aparece. Bem, sinto-me lisonjeado.
Voltando às lengalengas… hoje era para haver greve da CP. Cá para mim eles até começaram a greve, entretanto puseram “frases para cabrões” no Google e apareceu o post do outro dia, da senhora que me tornou a viagem muito mais feliz e harmoniosa… Sim, a dos malabarismos com a placa e ruídos viscosos… Devem ter posto o sistema de vigilância todo a apontar para mim como se fosse procurado pela polícia (bem, com o que já disse aqui, há uns 40 anos tinha sido reduzido a almoço de Piranhas) a ver se o meu íman para situações constrangedoras estava ligado. Felizmente não. Quer dizer… felizmente hoje não.
Há uns tempos as coisas não andavam famosas e eu ando um pouco mais atáxico que o normal… resultado: tudo o que é transportes públicos faz com que eu me arrisque a levantar voo autocarro fora, ou pelo menos arriscar um voo picado contra os postes do metro. Sim, provavelmente neste blog ficarei conhecido como o gajo com episódios dignos de registo em transportes públicos…
Bem, minha gente, nas últimas duas semanas andei em digressão TMLica e quanto mais para cima do Mondego mais um gajo se diverte em aventuras tunantes!
FACTO DESINTERESSANTE: Uma pessoa “normal” tem 3 mamilos. Descubram onde é o terceiro. O primeiro ganha um biscoito. (que terá de comprar para si mesmo)
Ainda estou para perceber porque é que escrevo estas coisas…

quarta-feira, 30 de março de 2011

Lengalengar - Crónica da Semana

Afinal não morri, não. Estou por aqui vivinho da silva. Ok, se calhar só vivo. (WTH?)

Bem, tiveram saudades minhas? Eu sei que não, escusam de mentir, até porque são só 2 as pessoas que lêem isto. 

Ainda hoje estava eu a descer a magnífica e esplendorosa calçada portuguesa destruída ali quando se sai do S. José quando pensei que há por aí muito boa gente um bocado para o anormalóide… Acho que não mentirei se aqui no blog estes 5 gatos-pingados têm algum distúrbio psicológico, todos acima do 5º grau numa escala de 0 a 3.

Então vamos lá à conversa da praxe, até porque para lengalengas, pronto estou eu é para inventar tretas sobre os nossos novos escrav… escritores!

Estávamos nós a receber as 15 mil candidaturas ao ritmo de 20 por hora quando eu pergunto à patroa se, caso dê alguma coisinha má aos novos colaboradores, posso esventrá-los e usá-los como cobaias para estudar. Ela aprova e eu fico cada vez mais feliz por saber que entre pessoal com dentadura em desenvolvimento e pessoal que é pro a atirar panquecas ao chão. Claro que isto apenas se resume à parte das meninas, porque o novo compadri cá do estaminé vem lá das planícies cheias de olivêras que na se podi cu calori! 

Estou mesmo contente com os nossos novos companheiros. Vamos esfolá-los vivos todas as vezes que não publicarem as coisas, tal como ma mim me acontece. Acontece até mais vezes do que vocês poderão imaginar! Mas de quando em vez a boss mexe os cordelinhos e tira o Asiático que tem numa jaula e mete-o a escrever. São essas até as crónicas com mais piada! Juro! Até agora ela não tinha nenhum nome para ele mas acho que ele não se chateia… Também quando é preciso chamá-lo basta dar uso ao chicote e ele responde sempre: “Vai-te Futrer!”.
FACTO DESINTERESSANTE: As aurículas dos corações agora chamam-se átrios. 

Inté! (lá para algures no tempo virá a continuação deste texto!)

sexta-feira, 11 de março de 2011

Futurar & Barganhar - Crónica das Semanas


Olá! Olá! Estavam mesmo à espera que aparecesse uma crónica na semana passada a prever a desta semana, só porque o verbo era Futurar? Provavelmente não. E acertaram. Não é que tenha vontade de agora andar a juntar verbos da semana em textinhos com 500 palavras, mas as férias de carnaval só chegaram hoje. E por isso deu para me sentar à secretária e pensar um bocadinho nas babuseiras dos últimos programas, e prever algumas nos que virão…
Alguém me sabe dizer quem decide o futuro? É que assim livravam-me de muita chatice? A mim e à velha Dona Clotilde! Eiiii, a Dona Clotilde! Como é que ela vai? Perguntam vocês. Está boa? Ainda tem joanetes? Epá, pensava que tinham percebido que a senhora é uma Agente Family 5 Top Secret que dá pelo nome de Tilde Esfregão : Dá cabo dos bandidos ao chapadão! O que é que isto tem a ver com joanetes? Nada.
Entre futurar e barganhar, não sei qual dos dois melhor se aplica ao santinho das chaves del Paraíso… o Pedro, esse mesmo! E por isso vou falar no coitado do santinho hoje.
Pelo menos antes de tentar perceber um Enfarte Agudo do Miocárdio porque um homem era cheiinho… roliço… epá, entre o homem e uma baleia a diferença é que a baleia ainda consegue nadar.
Todos os dias andamos aí a negociar tudo o que podemos e o que não pudermos, tentamos com mais afinco, haveremos de lá conseguir chegar! Sejam uns ténis da marca Feirex [leiam os Heróis do 6ºF e percebem a piada] ou o tempo, porque de certeza que alguém deve ter um arranjinho lá com o senhor da aurélia e das chaves que se faz passar por santo. E assim me surge uma dúvida-mais-que-existencial: de que é que os santos se mascaram no Carnaval?
[conversa de véspera de carnaval]
São #1: Ó #2, pá, de que é que te vais mascarar amanhã?
Santo #2: Epá, ainda não sei, estou indeciso entre Hitler, Bin Laden e Porco…
São #3, que aparece do nada: Porco? Esse não é aquele que faz quando abre a boca guincha que mais parece um avião?
Santo #2: É… roubei-te a máscara?
São #3: Ah, não descansa… eu vou mascarar-me de idiota ou mentiroso…
São #1: Porreiro, pá, #3, já roubaste uma máscara! Ainda por cima, nem podes guardar para o ano que eu acho que ele anda em amena cavaqueira o ano todo… porreiro, pá…
Estou certo de que já se meteram com maroscas e andam a tentar pensar noutra pessoa porque eu não posso ter falado mal de engenheiros. E não falei! É verdade… Ponho-me eu a falar do Pinóquio (a pista era a baleia) e vocês a pensar em Política… Epá…
Olhem, só por isso
1)      Nem me dispeço!
2)      E façam o favor de quando virem esse senhor lhe pedirem desculpa, só UMA ÚNICA (mesmo só uma e baixinho) vez não custa… e mandarem beijinhos à vossa vizinha que já deve ter saudades de passar cinco minutinhos a falar sobre a cor da vassoura que ela ontem comprou no Modelo…
FACTO DESINTERESSANTE: Há coisas mesmo à Bawss…
(e esta é uma boa demonstração de Barganhar o Futuro!)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Crónicas das Semanas!!


Sem saber o que pensar, o que escrever ou ostentar, no meio de tantas semanas andei eu no meio de slides de teóricas e apontamentos perdido. Ó minha gente, parece que há uma “porradona” de tempo que não meto as falanges a colidir com o plástico do meu teclado e vocês cheios de saudades!
Vamos lá ver o que é que se passou…
·         Engraxar
·         Ostentar
·         Mimosear
·         Fulgir
Bem, parece que voltámos aos verbos que à primeira vista ou parecem um neologismo ou uma coisa qualquer escrita durante um ataque epiléptico! Epilético, à brasile… português “moderno”.
Sempre que vou a determinado centro comercial por esse país fora, acho engraçado ver um banquinho com uma sola de metal soldada a uma barra que sai do meio de uma almofada de forrada de um preto meio brilhante meio roto. Depois acabo por perceber que é um banco de engraxador que leva uns trocos por puxar o brilho aos sapatos dos engravatinhos que vão almoçar ao coisinho dos hambúrgueres.
*Engravatados a comer um Hambúrguer e a beber uma cervejinha fresca. Risos mentais*
Isto são modernices, ideais para uma semana de modernizar ou inovar mas a verdade é que, como tenho de pegar na minha bimbi virtual e meter 4 crónicas numa só, posso trocar as letras e dizer que percebi mal.
Vivemos num século em que os computadores ficam mais pequenos e as coisas mais potentes, melhores, ou pelo menos já passámos pelo pico do avanço tecnológico. Agora o que é bom é mudar! Queremos tudo novo! Queremos isto e aquilo! Um relógio à James Bond que tenha ligação à Internet! E, já agora, daqui a uns anos não me admiro que haja um tamagochi que nos diga quantos litros de leite temos no frigorífico. *E nessa altura o Disparate-Mail do Pacheco mete a Lenka a mostrar uma cena dessas*
Já devo ter dito por aqui nos poucos textos desta temporada mas faz-me cá uma comichão quando vejo DIRETO na televisão… O que é que deu ao pessoal? No outro dia ouvi uma coisa mais que certa: os americanos e os britânicos estão muito bem com um inglês diferente, QUAL É A CENA?
 Daqui a uns anos vou chegar ao ponto de perceber o sentimento daqueles que escrevem Pharmácia… E não me venham com histórias, mas dá cá um estilo dizer que o Ph é português que eu sei lá! (Será que também vai passar a ser istórias?) É fixe, se calhar é só parvo, até porque só sei escrever em Portuguez antiquo.
Não me atrevo a averiguar quem teve a ideia, mas custa-me a acreditar que foi uma tentativa de uniformização linguística (até porque a Patroa percebe mais disto), mas porquê? Será que foi para cair nas boas graças de alguém que não existe? Para mostrar que somos bons e aceitamos a novidade? Já sei! É um miminho para os nossos “irmões”. Apesar de desnecessário. Só sei é que a ideia foi tão boa que a lâmpada em cima da cabeça até brilha!
Acho que cheguei ao ponto de ter vontade de mandar aqueles que tiveram a ideia  do acordo Phecundarem-se!
FATO DESINTERESSANTE: EU VOU CONTINUAR A ESCREVER COM Cs.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Viramexer - Crónica da Semana

Hoje sinto-me o Alvim se vier para cá dizer que esta semana foi brutalíssima e tal e coise e coise e tal! Mas pronto, hoje vou ver o programa. Ai vou, vou! Então vamos lá despachar esta coisa para ter tempo de me sentar confortavelmente a ver o pugrame.
Antes de mais quero avisar que estou com dor de cotovelo… E a patroa do estaminé é que me está a aturar! Pimbas para ela!
Então na semana passada (quase há duas) andávamos a pensar quem ia mandar neste país, se o Fiambre, se o docinho das Caldas, se o senhor Anti-Tristeza… Pois, o senhor das Cavacas lá foi reeleito, vamos gramar com ele por mais uns anos e pronto. Escolhido foi, escolhido está. Agora é que aquilo vai ser uma festa!
Festa! Sim, FIESTAAAAAAAAAA! *Momento que parece retirado de um sketch qualquer com dois gajos vestidos de mexicanos a abanar duas maracas que nem parvos* E agora já estão no mood? Com um sambazinho a correr-vos nas veias? Se não têm o sambazinho não se preocupem, porque há todo um novo ritmo a aplicar ao verbo desta semana que agora finda: o tão maravilhoso Vira!
DICIONÁRIO OFICIAL DO PARA LÁ DAS 5
Viramexer Acção designada quando ritmada com o tradicional Vira do Minho.

Vira do Minho, Tradicional. Tradicional, Antigo. (Antigo ≠ Velho) Antigo, Mais Idade. Mais Idade, Pessoas com Mais Idade. Pessoas com Mais Idade, Situações estranhas no comboio.
Capiché? Pronto, é sobre isto que vos vou falar. Vou contar-vos aquele que acredito ser um dos melhores episódios que uma empresa de Caminhos de Ferro Portugueses me poderia proporcionar.
Estava eu, e os meus botões, no meu habitual percurso até à faculdade. Primeiro comboio para o Caishdé (leia-se Cais do Sodré) e depois o que me apetecer… Muito bem esperei pelo comboiozinho, como é habitual, mas naquele dia a afluência populacional era tanta que parecia que estavam a dar rebuçados. Claro que, desta forma, a probabilidade de ver alguma coisa estranha aumenta, e então mesmo à minha frente, aumenta gaziliões de vezes!
O que é que aconteceu? Perguntam vocês muito interessados… Começo a sentir-me bastante incomodado quando começo a ouvir chlock! chlock! pffst! pffst! Estranho o que ouço mas continuo na minha e o resto do pessoal na sua (Sempre a violar a distância mínima de um metro para a Gripe A e para não me sentir mentalmente apalpado pelos viandantes que me circundam). A verdade é que uma senhora de avançada idade, de início aparentemente normal, tinha entrado ao mesmo tempo e colocou-se mesmo à minha frente. Esteve durante 8 minutos a menos de 30 centímetros de mim, arriscando-se a cair-me em cima se o comboio travasse bruscamente. Sem poder não reparar nos movimentos faciais da personagem, denoto uma dificuldade crónica em manter a placa no sítio.
O que é que isto quer dizer? Durante OI-TO, OI-TO, OI-TO minutos ouvi chlock! chlock! pffst! pffst! que de mais não se tratavam do que o produto salivar da senhora em contacto com o ar aspirado aquando das tentativas sempre sucedidas de brincar com o raio da dentadura! Que outra situação se aplica melhor a este verbo da semana?
Credo Senhora!, sei que não se deve levar as mãos à boca quando estão sujas, mas eu cheguei bastante incomodado à faculdade! Imagine que a volto a encontrar? Esgacho-me a rir e ofereço-lhe uma bisnaga da Corega ou lá o que é.
Bem pessoas, se gostaram disto opinem, se não gostarem opinem também. Espero que o vosso tempo utilizado a ler esta história vos facilite alguma prenda de aniversário/centenário que necessitem de adquirir para os vossos entes queridos.
FACTO DESINTERESSANTE: O som de um jacto a arrancar mede 113 decibéis e o de um porco assustado 115.
Lavem os dentinhos antes de ir para a cama senão viramexem a placa no comboio daqui a uns anos! Ciao!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Presidir - Crónica da Semana

*Música de genérico daquelas empresas de filmes com nomes de raposa* Chan Chan Chaaaan Chan Chan Chan Chan Chan Chaaaaaaaan. Festa! Yay! Guess who’s back?
Pronto. Fim de festa.
Entããããão? Como é que estão? O que têm feito nos últimos 4 meses e dois dias, desde que aqui escrevi pela última vez? (Usem a caixa de comentários para o efeito de comentar).

Nota introdutória
O novo acordo ortográfico parece que já chegou a muito sítio, e eu cada vez mais me sinto dos poucos a saber escrever neste país. Portanto: no que me concerne, o NAO (que o meu corrector do word insiste em chamar NÃO, e ainda bem) não entra nos meus textos. Capice? Bien? Bueno? Topas? Fixe. Nice. Good. Awesome. Bom…

Exactamente: BOM! Bom é uma boa maneira de começar a falar. BOM ANO NOVO minha gente e poucos assíduos leitores. Digam lá que não têm curiosidade em saber o que é que os caloiros da minha linda faculdade fizeram na praxe? Só fizeram coisas boas, os caloiros são uva da boa [vide Crónica sobre Vindimar]!
Bem, mas que bem! Começo as crónicas com uma entrada a pé juntos, logo com a possibilidade de mandar bugiar 6 marmanjos. Mas não o vou fazer. *Oooooooooh* Espera, espera! Vou só aproveitar para comentar isto:
  • Um candidato tem nome de doce regional das Caldas, e não são as Faces de Alhinhos
  • Outro tem nome capaz de pôr o de Salvador da Pátria a um canto, sinceramente!
  • Ainda outro, ou deverei dizer “utre”, deve ter pais que são fãs do 5PMN e deram-lhe o melhor nome… (*Serginho mete:* ZÉ MANEL!)
  • Mais um que tira a tristeza da campanha
  • Novo candidato tem nome de enchido e eu não me aguento sem rir em frente ao frigorífico à conta da etiqueta do fiambre
  • E outro não tem nada de especial
E é isto que vou dizer sobre os supra-não-citados.

Quando pensei em Presidir pensei mais numa monarquia que numa “democracia”. Naquelas monarquias que usualmente referimos sem nos apercebermos. Ora vejamos: 

Quantos de nós quando andavam na primária a brincar nunca gritaram “E o primeiro é o rei deles” quando ouvia “Quem chegar em último é um ovo poder”? Ok, pronto, é verdade, o mais rápido a correr nunca se intitulava rei, fora esse, todos os outros berravam como se no fim da corrida pudessem receber um suprimento vitalício de gomas, pastilhas elásticas, rebuçados e demais produtos carregados de gorduras para os deixar górrrrdós, com gordura cerebral e consequentemente estúpidos.

Voltando para a presidência pelo trono, vontade não falta muitas vezes de andar aí a coroar civis pelas suas belas acções: rei dos boiolas, rei das bestas, rei dos parvos, rei dos bananas, rei da assembleia da repúbli…
Pois, esqueci-me dos bobos da corte! Se temos reis depois temos de ter os palhacinhos que se atiram contra paredes, que partem ossos, só para os reizinhos se divertirem. Cá para mim que ninguém nos ouve/lê: idiotas. Querem fazer-se supra-sumos para depois poderem coiso e tal, tal e coiso para se rirem na nossa cara. É que é o que parece, que fazem as coisas para se rirem. E para isso não falo dos políticos que esses coitados já têm comediantes a dizer mal deles todo o santo dia e toda a sagrada noite. Falo daqueles que são rei e senhor da sua barriga, e da outra, e da outra, e da outra, e da outra… Falta de civismo. E como é que se controla isso? Com algum grupinho de pessoas que o saiba resolver! E quem é que manda? Um presidente. Portanto: estamos lixados. Ainda assim, vão votar, por favor!

FACTO DESINTERESSANTE: O sítio mais limpo da casa é o tampo da sanita.

Adeus e até mais logo!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Vindimar - Crónica da Semana


Setembro é o mês da vindima, da apanha da uva e o mês ideal para que lá na casa do 5 se faça uma semana a falar de passas e grainhas. E agora o que é que eu hei-de puxar para a conversa? É que não me apetece de falar de cestos de verga e pipas de líquidos espirituosos, até porque facilmente encontraríamos pessoal credenciado neste piqueno universo que é o 5 na Web.
Então não é que, apesar de esta crónica vir tarde eu já andava a pensar que eles iam dizer que o 5 ia ao Puorto? Pensem comigo:
VINDIMAR > Vindimas > Vinho > Vinho do PORTO!
Vá, não é preciso dizer que sou genial.
Que mais? Bem, para ser sincero, esta semana fica marcada como a semana do ano em que cagaziliões de alunos são iniciados na vida académicas e são bombardeados com a coisa mais linda deste planeta: a Praxe. Muitos deles são boas colheitas e até se divertem imenso. Pelo contrário, há outros que são uva podre ou bicada pelo raio dos melros…
Os que se divertem imenso são, sem dúvida, os favoritos de quem os praxa.
PRAXAR: dar cabo do canastro, “forçar” o mergulho em mistela asquerosa ou simplesmente água potável ou indicar a melhor forma de tornar o vestuário irreconhecível quer pela visão quer pelo olfacto.
Ao falar em vindimar, tudo se liga à vida do académico cuja vida gira à volta (não só mas também) do etanol.
Bem, e esta semana coitados dos estudantes do ensino superior que vêem o seu património histórico-cultural e educacional ser contaminado com gosmas e nhanhas dos mais variados tipos, provenientes de coisas nojentas a que os mais simpáticos chamam vermes. Mas coitados não só por isso mas também porque têm de se esfalfar a preparar as coisinhas mai lindas delas todas para que se integrem da melhor forma. Uns de verniz, outros de batom na testa, outros a banharem-se em preparados Quenórre (marca branca dos cubitos e em doses industriais) e outros a saltar pela estrada fora com sacos do lixo em vez de saia.
Como tudo, a recepção ao caloiro depende da casta e da vontade com que se trata a coitada da uvita.
*pausa para respirar*
Agora que me apercebi das belas figuras que andei a fazer a comparar caloiros com uvas (coitadas das uvas) volto à casa do 5. Esta semana tivemos todo o tipo de convidados: viram as biografias aqui para baixo? Deviam ter visto! Vá, vão lá agora que os meninos esfalfaram-se a trabalhar.
E pronto, como não me vem mais nada à cabeça fico por aqui.
Até para a semana!